terça-feira, 29 de março de 2016

Atualização 2016 03 29

ACCAES na Folha de São Paulo

Na última quinta-feira (24/03), o Jornal Folha de São Paulo - uma das principais mídias de informação do Brasil – publicou matéria sobre o Turismo de Experiência que acontece na Grande Florianópolis e conta com a participação da Associação Cultural Capoeira na Escola com o produto chamado “Entre Gingas e Histórias, a Capoeira: Patrimônio Cultural da Humanidade”.
Clique e leia a matéria


Contramestre ou Mestrando

As terminologias na Capoeira são recentes e cada escola adota a que lhe convém pelos mais diversos motivos. Na época de Bimba e Pastinha, por respeito, somente os dois eram chamados de Mestre. Mas, Bimba já dizia: “Quando eu morrer, haverá um mestre em cada esquina.”. Comprovando ser um visionário, ele acertou na mosca.
Com relação ao título de Contramestre (escreve-se junto, sem hífen) valem considerações sobre algumas linhagens. Na Angola que tem o ícone Pastinha (existem outras Angolas), até hoje existem as carteirinhas entregues nos Encontros de Capoeira Angola com as titulações de Treinel, Contramestre e Mestre.
Já na Capoeira Regional, o título de Contramestre não é oficial, mas existe. Segundo Mestre Boinha, eterno discípulo de Bimba, “o contramestre é aquele que é chamado pelo Mestre para auxiliar a mostrar uma parte da sequência ou da cintura desprezada; ou seja, pode ser qualquer um naquele momento. Acabada a explicação, o contramestre deixa de existir.”.
Sob a influência das Universidades, hoje muitos dos grupos contemporâneos adotam o termo Mestrando para designar aquele que está prestes a ser reconhecido Mestre.
Nós, da Associação Capoeira na Escola, usamos o termo Contramestre por ter bastante a ver com o universo dos ofícios populares: o contramestre de obras, de pescas e embarcações, de carpintaria etc. O Contramestre vem daquele que contrabalança as ações do Mestre; que dá uma opinião sobre as condições do mar; o que fica na proa, enquanto o Mestre está na popa e vice-versa.


segunda-feira, 21 de março de 2016

Atualização 2016 03 21

Roda da Vela – 2016
           
A palavra “Páscoa” vem de “Pessach”, que significa “Passagem”. No caso dos judaicos, por conta da passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, sob a liderança de Moisés, o que simboliza a libertação da escravidão no antigo Egito; já para os católicos, representa a passagem da morte para a vida, a ressurreição do grande líder de pele escura e cabelos crespos (sim, ele era o oposto de sua imagem hollywoodiana), Jesus Cristo.
Para o Projeto Capoeira na Escola, a Roda da Vela é uma oportunidade de refletir sobre os conceitos presentes em ambas as versões sobre a origem da Páscoa: escravidão, liberdade, renascimento, liderança, além de exercitar outros sentidos no jogo da Capoeira pelo fato de ser em baixa luminosidade, o que lembra as senzalas de outrora.
A Roda da Vela iniciará às 20h30, no Centro de Artes Marciais de Biguaçu (CAM), na próxima quinta-feira (24/03/2016). Será servida canjica ao final da roda.

21 de Março: Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial


Vá... diga pra eles que a cor da pele é linda, e denuncie qualquer ato de discriminação racial. Lembre sempre Mandela!

21 de Março: Dia Internacional da Síndrome de Down
       
      


     Em qualquer roda de Capoeira que existir uma pessoa com um par a mais de cromossomos no gene 21, certamente a festa estará garantida, pois este é o cromossomo da alegria e do amor.
 Axé para todos os capoeiras com Síndrome de Down.


Fotos do Aniversário de 20 anos do Projeto Capoeira na Escola
           
  Clique e confira todas as imagens.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Atualização 2016 03 10

Aniversário do Projeto Capoeira na Escola

No próximo dia 19 de março, enfim, acontecerá a comemoração pelos vinte anos do Projeto Capoeira na Escola. Será na Praça Central de Biguaçu, às 15h. Em caso de chuva, a roda acontecerá no Centro Cultural Casarão Born.

Convênio aprovado

O convênio para aplicação do Projeto Capoeira na Escola foi aprovado na última terça-feira pela Câmara de Vereadores. Aulas reiniciadas em todos os núcleos.

Naná Vasconcelos


Caso fosse para simbolizar as pessoas com um instrumento, Naná Vasconcelos seria o próprio berimbau. Esse fantástico percussionista mostrou ao mundo a riqueza de possibilidades sonoras do arco musical e da percussão brasileira.
Luz para Naná Vasconcelos.

Apresentações

            Hoje (5ª), haverá apresentação na Academia Move Fit, Barreiros, às 20h30, para o início das aulas do Professor Corcel nessa conceituada academia.
            Já na sexta, haverá apresentação no Colégio Estadual Rosa Torres de Miranda, às 15h30, para divulgação das aulas do Professor Tarzan.



Erros sobre um histórico desafio entre Capoeira e Jiu-Jítsu
Texto revisado de Mestre Tuti
            
Consta em diversos sítios e livros sobre uma luta ocorrida no Rio de Janeiro, em 1909, entre o capoeira Ciríaco e um Japonês campeão de Jiu-Jítsu. Usualmente, aparecem duas argumentações que se espalharam em centenas de sítios escritas exatamente da mesma forma, comprovando a capacidade do mundo virtual de espalhar notícias usando o método “copiar e colar”.
A primeira é a de que Ciríaco deu uma cusparada no rosto do japonês treinador de Jiu-Jítsu da Marinha, Sada Miako, e então aplicou um rabo-de-arraia que culminou com o nocaute do adversário.
Com relação ao argumento acima, Mestre Nestor Capoeira, baseado na pesquisa de Jair Moura (A Capoeiragem no Rio de Janeiro através dos séculos), afirma que “as declarações de Ciríaco ao Jornal ´A Notícia´ não confirmam o mito da cusparada nos olhos. Na versão do capoeirista, o golpe fatal foi dado após alguns momentos de estudo: Ciríaco desnorteou o adversário com a ginga; fintou um tapa (´...risquei com a mão pra espantá tico-tico´); tentou derrubar com a ´rasteira´ (´risquei ele por baixo... mexeu, mas não cahio´); movimentou-se, enganando e novamente desnorteando o adversário (´tampei premero, distroci a esquerda, virei a pantana´); para só então desferir o ´rabo-de-arraia na chocolateira´ (cabeça).”.
A segunda argumentação, mais nociva que a anterior, diz que Sada Miako, o adversário de Ciríaco, era conhecido por Conde Koma. No entanto, o nome verdadeiro de Conde Koma era Mitsuo Esai Maeda, lutador oriundo do Japão, aluno de Jigoro Kano, que chegou ao Brasil somente em 1914 (a luta de Ciríaco foi em 1909), após já ter viajado por vários países desafiando lutadores de diferentes estilos. Koma trouxe o Jiu-Jítsu aprimorado no Japão (depois de a arte marcial ter nascido na Índia) e ensinou aos membros da família Gracie, responsáveis pelo novo aprimoramento, o atual Jiu-Jítsu Brasileiro, arte marcial que divulgou ao mundo as lutas de vale-tudo, hoje chamadas de MMA.
Ciríaco, de fato venceu um campeão de Jiu-Jítsu, como pode ser comprovado nos jornais de época; mas daí a dizer que o adversário era Conde Koma e aliado ao fato de dizer que venceu por causa de uma “cusparada”, é muita deturpação de informação e falta de pesquisa.



quinta-feira, 3 de março de 2016

Atualização 2016 03 03

Capoeira é Esporte?
(Texto revisado de Mestre Tuti)

A Capoeira é uma arte que engloba diversas artes e áreas do conhecimento humano: música, dança, luta, teatro, história, esporte, folclore, sociologia, filosofia, terapia e outras visões oriundas de cada norteador de um trabalho.
Assim, torna-se uma questão complexa a redução de todas estas características apenas à face de esporte. Contrário à frase da moda (somos todos alguma coisa), afirmo que nenhuma generalização é válida. Para alguns grupos é esporte sim (vide competições, jogos e festivais que ocorrem em todo o planeta e são divulgados em mídias específicas; vide também as mega-aulas aplicadas com microfones e caixas de som nas praças e grandes academias); para outros é simplesmente, e grandiosamente, cultura popular. A diversidade é a riqueza da Capoeira.
Seria uma situação tragicômica se todas as diferentes atividades humanas que compõe a Capoeira a impusessem restrições. Imaginemos: “Para ensinar o toque de berimbau, do pandeiro e do atabaque, é preciso ter a inscrição na Ordem dos Músicos do Brasil; para elaborar uma apresentação coreográfica é preciso ter curso de Dança ou ser um Folclorista; para promover um diálogo sobre as questões raciais e a diáspora Negra no Brasil é preciso ter especialização em História e Sociologia”; etc. Aqui cabe o dito popular - “Quando o filho é bonito, todo mundo é pai”.
Soa até como paradoxal: o país proíbe sua prática durante quarenta e sete anos (1890 – 1937) e hoje tem disputas nos braços do poder público para definir o enquadramento da Capoeira.
O fato é que um semestre (quando se tem!) numa faculdade de Educação Física não habilita ninguém para ser um profissional de Capoeira. O Curso entra como um complemento ao aprendizado secular que nos chega por meio da História oral e corporal dos consagrados Mestres.
Inegavelmente existem grupos e pessoas que sobrevivem à custa da face esporte da Capoeira, o que não sou contra, mas, também elas hão de se colocar à disposição de fiscalizações dos respectivos órgãos de controle (vigilância sanitária, conselhos profissionais, Ministério Público etc.). É muito fácil ir a uma Academia e dar aulas usando a Capoeira como ginástica funcional, hidrocapoeira, aerocapoeira, reabilitação, fazer os grandes campeonatos (com ranking e “campeões mundiais”) e ser demagogo ao ponto de quando fiscalizado tentar blindar-se com a fala Capoeira é Cultura, ainda mais em um local de aplicação e formato em que, nitidamente, a essência da Capoeira não está sendo transmitida.
Capoeira também é esporte, mas não só esporte. Assim, é preciso definir quais locais são específicos para a face “Esporte” da Capoeira (academias, clubes etc.) e fiscalizar as possíveis competições, e numa ação de conscientização, orientar os novos Capoeiras a buscar o estudo acadêmico, independente de qual curso seja. Outrossim, cabe exclusivamente aos Mestres definir quem é capaz de ser um perpetuador da história de sangue e glória que marca a Capoeira, nossa riqueza imaterial.

Festa de Aniversário adiada

A comemoração dos vinte anos do Projeto Capoeira na Escola, marcada para o próximo dia 12, será adiada.
Aguardem informações.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Atualização 2016 02 22

Reunião do Colegiado de Mestres


No próximo sábado, acontecerá mais um encontro do Colegiado de Mestres de Santa Catarina. Será em Itajaí, às 14h.
Convênio 2016

Está tramitando entre a Prefeitura e a Câmara de Vereadores o projeto para que seja firmado o convênio para aplicação de aulas de Capoeira em Biguaçu.

Mais informações em breve.

Roda de Verão

           Leia e assista à matéria sobre a roda de verão do Projeto Capoeira na Escola realizada Praia de Palmas, Governador Celso Ramos.

http://portalgovernadorcelsoramos.blogspot.com.br/2016/02/em-palmas-grupo-de-capoeira-realiza.html


Toques de berimbau da Capoeira Regional: Amazonas

* Em relação à origem do nome, Mestre Nenel afirmou que Mestre Bimba não deixou nada registrado e nem falava sobre as nomenclaturas que usava; mas, certamente, não foi uma homenagem ao estado do Amazonas;
* Neste toque não há cantigas;
* Raramente era tocado, e as poucas vezes que o Mestre Bimba tocava era para uma auto-satisfação ou para jogo de capoeiristas veteranos, por ser um toque com uma cadência diferente, portanto, difícil de demonstrar uma harmonia entre jogadores e o ritmo quando o jogo era de iniciantes;
* Não era exclusivo para jogo de formados (Iúna sim) e nem para recepção de convidados;
* Atualmente, há quem faça uso do toque para jogo com imitação dos movimentos dos animais da floresta amazônica, mas isso não faz parte do trabalho de Mestre Bimba;
* O toque do pandeiro é diferente dos demais toques da Capoeira Regional.

Toques de berimbau da Capoeira Regional: Banguela
(Revisão de texto: Chamada na ‘Benguela’)

Fui a um evento de um amigo de longa data e vivenciei, pela segunda vez em todos os meus vinte e sete anos de capoeiragem, alguém fazer uma chamada (passo a dois) no toque de ‘Benguela’. A primeira vez foi há uns vinte anos; na época eu não tinha o senso crítico de hoje, tirei uma onda do camarada e ficou por isso. Agora, nessa segunda vez, não posso me furtar de escrever algumas reflexões, sob pena de ser conivente com as diversas reações dos capoeiristas também presentes e de negar o meu convívio com a Turma de Bimba.
Após um tempo de andamento, o toque pedido para a bateria foi “Benguela”. Os instrumentos estavam dispostos da seguinte forma (dir. p/ esq.): agogô; atabaque; três berimbaus e dois pandeiros. Houve uma rápida troca de informações entre os componentes da bateria, pois quem estava no berimbau grave (Berra-boi) é defensor da Capoeira Angola; portanto, distanciado por opção de um toque derivado da Capoeira Regional. Vendo o impasse, alguém disse: “É o toque de Angola com mais uma batida da nota presa (com a pedra).”.
Parece uma pergunta batida, mas é necessária para esse texto: “É Banguela ou Benguela?”. Mestre Toni Vargas sugere, em seu último disco, perguntar a Seu Bimba. Sintetizo essa sugestão no fato de olhar a capa do disco de Mestre Bimba - Curso de Capoeira Regional - e constatar que ali está escrito “Banguela” (com ‘a’). Alguns até cometem a injúria de dizer que Mestre Bimba queria dizer “Benguela”, mas não o fez por questões de dificuldade de pronúncia. Mestre Bimba, com a assessoria de seus alunos universitários, que dialogavam até sobre a melodia e o encaixe das letras nas quadras, permitiria um “erro gráfico” em seu disco? Penso eu que não. Assim, para o Mestre e criador do toque, era Banguela mesmo.
Mestre Nenel, confirma e acrescenta que o toque de Banguela não é “o toque de Angola com mais uma batida da nota presa”; demonstrando, com fidelidade ao disco, a base do toque como sendo: “um chiado, uma solta (sem a pedra) e apenas uma presa (com a pedra)”. Segundo ele, desde que seja harmonioso com o que está na gravação de Mestre Bimba, tudo o que vem além da base citada seria variação do toque criado por seu pai.
A visão holística de Mestre Nenel permite afirmar que o toque de Benguela (com ‘e’) até existe, mas que não foi criado por Mestre Bimba. Alguém misturou o toque de Angola com variações da Banguela; permitiu tocar numa bateria; e, para completar denominou a sua criação de Benguela.
Vale destacar que os toques da Capoeira Regional – Banguela, Idalina, São Bento Grande, Amazonas, Iúna, Santa Maria e o Hino - são tocados apenas em charanga: um berimbau e dois pandeiros.
A Capoeira é essencialmente dialética e dinâmica; e por ser uma manifestação que se espalhou pelo mundo muito recentemente, recebe milhares de análises em seus diversos aspectos – teórico, técnico, didático, tático, filosófico etc. - e cada uma delas baseada na realidade de cada norteador de um trabalho (entenda-se: Mestre, Professor, Instrutor etc.). Até aqui, vemos a fortaleza da Capoeira: a junção dos diversos pontos de vista que fazem com que ela não seja monopolizada em única verdade; e, sim, descentralizada em diversas faces de uma mesma manifestação. O que não é salutar é a imposição de uma verdade em detrimento de outra, gerando a perda de criatividade e a estabilização dos conhecimentos.
Desta forma, é difícil dizer que algo é errado na Capoeira. Como “condenar” (com risos, espanto etc.) o cidadão que fez uma chamada no toque de “Benguela” tocado numa bateria de Capoeira Angola? Eu prefiro deixá-lo com a sua verdade.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Atualização 2016 02 12

Roda de Verão

            Amanhã (13/02) é dia de roda na Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos. Será às 17h.
            Participe!

Calendário dos 20 anos de Projeto Capoeira na Escola

Clique na imagem para ampliar.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Atualização 2016 02 01

Roda de verão
           
O Projeto Capoeira na Escola realizou mais uma roda de verão na Praia de Palmas. Foi no último sábado (30/01), mas a chuva também quis entrar na roda e trouxe com ela o gostinho de quero mais para os presentes. Assim sendo, no dia 13 de fevereiro, haverá nova roda, às 17h, também na Praia de Palmas, no município de Governador Celso Ramos.
Participe!

Encontro de Graduados

Também no último sábado, os graduados do Projeto Capoeira na Escola realizaram reunião com a seguinte pauta: eleição da Associação Capoeira na Escola, avaliação de 2015, projeção e calendário de 2016. Os treinamentos dos graduados estão em plena atividade e na próxima terça acontecerá no Centro de Artes Marciais de Biguaçu (CAM), às 19h15.



Colegiado de Mestres

            Segue registro fotográfico da reunião do Colegiado de Mestres ocorrida em Biguaçu, no dia 16 de janeiro. A pauta, elaboração do Estatuto do Colegiado, foi cumprida parcialmente e a próxima reunião será na cidade de Itajaí.



Vão os Mestres, ficam seus legados

            Cavaco de Ouro, esse era um adjetivos para se falar de Anderson Ricardo dos Santos, o Andy do Cavaco. Dificilmente alguém consegue ter uma caracterização unânime, mas não encontro ninguém que não tenha um sinônimo de energia positiva para o meu - e de centenas de outros alunos – professor. Quanta tristeza...
            Iku, o Orixá da Morte, às vezes nos deixa sem entender o porquê de sua vinda antecipada, em nosso julgamento. Mas, quem somos nós para julgar os desígnios divinos? Certamente, meu Mestre cumpriu o que havia sido determinado a ele; deixou muitos seguidores e cabe a todos continuar o seu legado e aprender a conviver com a saudade eterna.
            Luz e palmas para Andy do Cavaco.

Clique na imagem para assistir a um dueto com Andy do Cavaco.
Mais uma matéria sobre o Turismo de Experiência

Clique na imagem para ler a matéria


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Atualização 2016 01 11

Retorno às atividades        

    Amanhã, dia 12 de janeiro de 2016, retornam os treinamentos de adultos e graduados. Será a partir de 19h15, no Centro de Artes Marciais (CAM) de Biguaçu.

Reunião do Colegiado de Mestres        

    No próximo sábado (16/01), Biguaçu sediará mais um dos encontros do Colegiado de Mestres de Santa Catarina. A pauta será o Estatuto do Colegiado, o qual regerá as ações futuras de salvaguarda da Capoeira catarinense com intermediação do IPHAN. O encontro será no auditório da Secretaria Municipal de Educação, às 14h30, e estarão presentes Mestres de diversas regiões do Estado.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Início do Simpósio Catarinense de Capoeira

Hoje será a abertura do Simpósio Catarinense de Capoeira.
Informamos aos participantes que o credenciamento estará disponível a partir de 18h30.
Segue programação do 1º dia.
Bom evento a todos.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Professor Juba

José Elias Berben Junior (Juba), Formatura de Professor, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


Últimas inscrições

A organização do Simpósio Catarinense de Capoeira informa que as inscrições serão encerradas amanhã (26/11), às 12h.
Não perca essa oportunidade.
 

Faça sua inscrição
 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Professor Tarzan

Carlos Alberto Moraes Filho (Tarzan): Formatura de Professor, no Simpósio Catarinense de Capoeira.



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Contramestre Cabrito

Luís Roberto Pereira (Cabrito), Formatura de Contramestre, no Simpósio Catarinense de Capoeira.