segunda-feira, 21 de março de 2016

Atualização 2016 03 21

Roda da Vela – 2016
           
A palavra “Páscoa” vem de “Pessach”, que significa “Passagem”. No caso dos judaicos, por conta da passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, sob a liderança de Moisés, o que simboliza a libertação da escravidão no antigo Egito; já para os católicos, representa a passagem da morte para a vida, a ressurreição do grande líder de pele escura e cabelos crespos (sim, ele era o oposto de sua imagem hollywoodiana), Jesus Cristo.
Para o Projeto Capoeira na Escola, a Roda da Vela é uma oportunidade de refletir sobre os conceitos presentes em ambas as versões sobre a origem da Páscoa: escravidão, liberdade, renascimento, liderança, além de exercitar outros sentidos no jogo da Capoeira pelo fato de ser em baixa luminosidade, o que lembra as senzalas de outrora.
A Roda da Vela iniciará às 20h30, no Centro de Artes Marciais de Biguaçu (CAM), na próxima quinta-feira (24/03/2016). Será servida canjica ao final da roda.

21 de Março: Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial


Vá... diga pra eles que a cor da pele é linda, e denuncie qualquer ato de discriminação racial. Lembre sempre Mandela!

21 de Março: Dia Internacional da Síndrome de Down
       
      


     Em qualquer roda de Capoeira que existir uma pessoa com um par a mais de cromossomos no gene 21, certamente a festa estará garantida, pois este é o cromossomo da alegria e do amor.
 Axé para todos os capoeiras com Síndrome de Down.


Fotos do Aniversário de 20 anos do Projeto Capoeira na Escola
           
  Clique e confira todas as imagens.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Atualização 2016 03 10

Aniversário do Projeto Capoeira na Escola

No próximo dia 19 de março, enfim, acontecerá a comemoração pelos vinte anos do Projeto Capoeira na Escola. Será na Praça Central de Biguaçu, às 15h. Em caso de chuva, a roda acontecerá no Centro Cultural Casarão Born.

Convênio aprovado

O convênio para aplicação do Projeto Capoeira na Escola foi aprovado na última terça-feira pela Câmara de Vereadores. Aulas reiniciadas em todos os núcleos.

Naná Vasconcelos


Caso fosse para simbolizar as pessoas com um instrumento, Naná Vasconcelos seria o próprio berimbau. Esse fantástico percussionista mostrou ao mundo a riqueza de possibilidades sonoras do arco musical e da percussão brasileira.
Luz para Naná Vasconcelos.

Apresentações

            Hoje (5ª), haverá apresentação na Academia Move Fit, Barreiros, às 20h30, para o início das aulas do Professor Corcel nessa conceituada academia.
            Já na sexta, haverá apresentação no Colégio Estadual Rosa Torres de Miranda, às 15h30, para divulgação das aulas do Professor Tarzan.



Erros sobre um histórico desafio entre Capoeira e Jiu-Jítsu
Texto revisado de Mestre Tuti
            
Consta em diversos sítios e livros sobre uma luta ocorrida no Rio de Janeiro, em 1909, entre o capoeira Ciríaco e um Japonês campeão de Jiu-Jítsu. Usualmente, aparecem duas argumentações que se espalharam em centenas de sítios escritas exatamente da mesma forma, comprovando a capacidade do mundo virtual de espalhar notícias usando o método “copiar e colar”.
A primeira é a de que Ciríaco deu uma cusparada no rosto do japonês treinador de Jiu-Jítsu da Marinha, Sada Miako, e então aplicou um rabo-de-arraia que culminou com o nocaute do adversário.
Com relação ao argumento acima, Mestre Nestor Capoeira, baseado na pesquisa de Jair Moura (A Capoeiragem no Rio de Janeiro através dos séculos), afirma que “as declarações de Ciríaco ao Jornal ´A Notícia´ não confirmam o mito da cusparada nos olhos. Na versão do capoeirista, o golpe fatal foi dado após alguns momentos de estudo: Ciríaco desnorteou o adversário com a ginga; fintou um tapa (´...risquei com a mão pra espantá tico-tico´); tentou derrubar com a ´rasteira´ (´risquei ele por baixo... mexeu, mas não cahio´); movimentou-se, enganando e novamente desnorteando o adversário (´tampei premero, distroci a esquerda, virei a pantana´); para só então desferir o ´rabo-de-arraia na chocolateira´ (cabeça).”.
A segunda argumentação, mais nociva que a anterior, diz que Sada Miako, o adversário de Ciríaco, era conhecido por Conde Koma. No entanto, o nome verdadeiro de Conde Koma era Mitsuo Esai Maeda, lutador oriundo do Japão, aluno de Jigoro Kano, que chegou ao Brasil somente em 1914 (a luta de Ciríaco foi em 1909), após já ter viajado por vários países desafiando lutadores de diferentes estilos. Koma trouxe o Jiu-Jítsu aprimorado no Japão (depois de a arte marcial ter nascido na Índia) e ensinou aos membros da família Gracie, responsáveis pelo novo aprimoramento, o atual Jiu-Jítsu Brasileiro, arte marcial que divulgou ao mundo as lutas de vale-tudo, hoje chamadas de MMA.
Ciríaco, de fato venceu um campeão de Jiu-Jítsu, como pode ser comprovado nos jornais de época; mas daí a dizer que o adversário era Conde Koma e aliado ao fato de dizer que venceu por causa de uma “cusparada”, é muita deturpação de informação e falta de pesquisa.



quinta-feira, 3 de março de 2016

Atualização 2016 03 03

Capoeira é Esporte?
(Texto revisado de Mestre Tuti)

A Capoeira é uma arte que engloba diversas artes e áreas do conhecimento humano: música, dança, luta, teatro, história, esporte, folclore, sociologia, filosofia, terapia e outras visões oriundas de cada norteador de um trabalho.
Assim, torna-se uma questão complexa a redução de todas estas características apenas à face de esporte. Contrário à frase da moda (somos todos alguma coisa), afirmo que nenhuma generalização é válida. Para alguns grupos é esporte sim (vide competições, jogos e festivais que ocorrem em todo o planeta e são divulgados em mídias específicas; vide também as mega-aulas aplicadas com microfones e caixas de som nas praças e grandes academias); para outros é simplesmente, e grandiosamente, cultura popular. A diversidade é a riqueza da Capoeira.
Seria uma situação tragicômica se todas as diferentes atividades humanas que compõe a Capoeira a impusessem restrições. Imaginemos: “Para ensinar o toque de berimbau, do pandeiro e do atabaque, é preciso ter a inscrição na Ordem dos Músicos do Brasil; para elaborar uma apresentação coreográfica é preciso ter curso de Dança ou ser um Folclorista; para promover um diálogo sobre as questões raciais e a diáspora Negra no Brasil é preciso ter especialização em História e Sociologia”; etc. Aqui cabe o dito popular - “Quando o filho é bonito, todo mundo é pai”.
Soa até como paradoxal: o país proíbe sua prática durante quarenta e sete anos (1890 – 1937) e hoje tem disputas nos braços do poder público para definir o enquadramento da Capoeira.
O fato é que um semestre (quando se tem!) numa faculdade de Educação Física não habilita ninguém para ser um profissional de Capoeira. O Curso entra como um complemento ao aprendizado secular que nos chega por meio da História oral e corporal dos consagrados Mestres.
Inegavelmente existem grupos e pessoas que sobrevivem à custa da face esporte da Capoeira, o que não sou contra, mas, também elas hão de se colocar à disposição de fiscalizações dos respectivos órgãos de controle (vigilância sanitária, conselhos profissionais, Ministério Público etc.). É muito fácil ir a uma Academia e dar aulas usando a Capoeira como ginástica funcional, hidrocapoeira, aerocapoeira, reabilitação, fazer os grandes campeonatos (com ranking e “campeões mundiais”) e ser demagogo ao ponto de quando fiscalizado tentar blindar-se com a fala Capoeira é Cultura, ainda mais em um local de aplicação e formato em que, nitidamente, a essência da Capoeira não está sendo transmitida.
Capoeira também é esporte, mas não só esporte. Assim, é preciso definir quais locais são específicos para a face “Esporte” da Capoeira (academias, clubes etc.) e fiscalizar as possíveis competições, e numa ação de conscientização, orientar os novos Capoeiras a buscar o estudo acadêmico, independente de qual curso seja. Outrossim, cabe exclusivamente aos Mestres definir quem é capaz de ser um perpetuador da história de sangue e glória que marca a Capoeira, nossa riqueza imaterial.

Festa de Aniversário adiada

A comemoração dos vinte anos do Projeto Capoeira na Escola, marcada para o próximo dia 12, será adiada.
Aguardem informações.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Atualização 2016 02 22

Reunião do Colegiado de Mestres


No próximo sábado, acontecerá mais um encontro do Colegiado de Mestres de Santa Catarina. Será em Itajaí, às 14h.
Convênio 2016

Está tramitando entre a Prefeitura e a Câmara de Vereadores o projeto para que seja firmado o convênio para aplicação de aulas de Capoeira em Biguaçu.

Mais informações em breve.

Roda de Verão

           Leia e assista à matéria sobre a roda de verão do Projeto Capoeira na Escola realizada Praia de Palmas, Governador Celso Ramos.

http://portalgovernadorcelsoramos.blogspot.com.br/2016/02/em-palmas-grupo-de-capoeira-realiza.html


Toques de berimbau da Capoeira Regional: Amazonas

* Em relação à origem do nome, Mestre Nenel afirmou que Mestre Bimba não deixou nada registrado e nem falava sobre as nomenclaturas que usava; mas, certamente, não foi uma homenagem ao estado do Amazonas;
* Neste toque não há cantigas;
* Raramente era tocado, e as poucas vezes que o Mestre Bimba tocava era para uma auto-satisfação ou para jogo de capoeiristas veteranos, por ser um toque com uma cadência diferente, portanto, difícil de demonstrar uma harmonia entre jogadores e o ritmo quando o jogo era de iniciantes;
* Não era exclusivo para jogo de formados (Iúna sim) e nem para recepção de convidados;
* Atualmente, há quem faça uso do toque para jogo com imitação dos movimentos dos animais da floresta amazônica, mas isso não faz parte do trabalho de Mestre Bimba;
* O toque do pandeiro é diferente dos demais toques da Capoeira Regional.

Toques de berimbau da Capoeira Regional: Banguela
(Revisão de texto: Chamada na ‘Benguela’)

Fui a um evento de um amigo de longa data e vivenciei, pela segunda vez em todos os meus vinte e sete anos de capoeiragem, alguém fazer uma chamada (passo a dois) no toque de ‘Benguela’. A primeira vez foi há uns vinte anos; na época eu não tinha o senso crítico de hoje, tirei uma onda do camarada e ficou por isso. Agora, nessa segunda vez, não posso me furtar de escrever algumas reflexões, sob pena de ser conivente com as diversas reações dos capoeiristas também presentes e de negar o meu convívio com a Turma de Bimba.
Após um tempo de andamento, o toque pedido para a bateria foi “Benguela”. Os instrumentos estavam dispostos da seguinte forma (dir. p/ esq.): agogô; atabaque; três berimbaus e dois pandeiros. Houve uma rápida troca de informações entre os componentes da bateria, pois quem estava no berimbau grave (Berra-boi) é defensor da Capoeira Angola; portanto, distanciado por opção de um toque derivado da Capoeira Regional. Vendo o impasse, alguém disse: “É o toque de Angola com mais uma batida da nota presa (com a pedra).”.
Parece uma pergunta batida, mas é necessária para esse texto: “É Banguela ou Benguela?”. Mestre Toni Vargas sugere, em seu último disco, perguntar a Seu Bimba. Sintetizo essa sugestão no fato de olhar a capa do disco de Mestre Bimba - Curso de Capoeira Regional - e constatar que ali está escrito “Banguela” (com ‘a’). Alguns até cometem a injúria de dizer que Mestre Bimba queria dizer “Benguela”, mas não o fez por questões de dificuldade de pronúncia. Mestre Bimba, com a assessoria de seus alunos universitários, que dialogavam até sobre a melodia e o encaixe das letras nas quadras, permitiria um “erro gráfico” em seu disco? Penso eu que não. Assim, para o Mestre e criador do toque, era Banguela mesmo.
Mestre Nenel, confirma e acrescenta que o toque de Banguela não é “o toque de Angola com mais uma batida da nota presa”; demonstrando, com fidelidade ao disco, a base do toque como sendo: “um chiado, uma solta (sem a pedra) e apenas uma presa (com a pedra)”. Segundo ele, desde que seja harmonioso com o que está na gravação de Mestre Bimba, tudo o que vem além da base citada seria variação do toque criado por seu pai.
A visão holística de Mestre Nenel permite afirmar que o toque de Benguela (com ‘e’) até existe, mas que não foi criado por Mestre Bimba. Alguém misturou o toque de Angola com variações da Banguela; permitiu tocar numa bateria; e, para completar denominou a sua criação de Benguela.
Vale destacar que os toques da Capoeira Regional – Banguela, Idalina, São Bento Grande, Amazonas, Iúna, Santa Maria e o Hino - são tocados apenas em charanga: um berimbau e dois pandeiros.
A Capoeira é essencialmente dialética e dinâmica; e por ser uma manifestação que se espalhou pelo mundo muito recentemente, recebe milhares de análises em seus diversos aspectos – teórico, técnico, didático, tático, filosófico etc. - e cada uma delas baseada na realidade de cada norteador de um trabalho (entenda-se: Mestre, Professor, Instrutor etc.). Até aqui, vemos a fortaleza da Capoeira: a junção dos diversos pontos de vista que fazem com que ela não seja monopolizada em única verdade; e, sim, descentralizada em diversas faces de uma mesma manifestação. O que não é salutar é a imposição de uma verdade em detrimento de outra, gerando a perda de criatividade e a estabilização dos conhecimentos.
Desta forma, é difícil dizer que algo é errado na Capoeira. Como “condenar” (com risos, espanto etc.) o cidadão que fez uma chamada no toque de “Benguela” tocado numa bateria de Capoeira Angola? Eu prefiro deixá-lo com a sua verdade.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Atualização 2016 02 12

Roda de Verão

            Amanhã (13/02) é dia de roda na Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos. Será às 17h.
            Participe!

Calendário dos 20 anos de Projeto Capoeira na Escola

Clique na imagem para ampliar.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Atualização 2016 02 01

Roda de verão
           
O Projeto Capoeira na Escola realizou mais uma roda de verão na Praia de Palmas. Foi no último sábado (30/01), mas a chuva também quis entrar na roda e trouxe com ela o gostinho de quero mais para os presentes. Assim sendo, no dia 13 de fevereiro, haverá nova roda, às 17h, também na Praia de Palmas, no município de Governador Celso Ramos.
Participe!

Encontro de Graduados

Também no último sábado, os graduados do Projeto Capoeira na Escola realizaram reunião com a seguinte pauta: eleição da Associação Capoeira na Escola, avaliação de 2015, projeção e calendário de 2016. Os treinamentos dos graduados estão em plena atividade e na próxima terça acontecerá no Centro de Artes Marciais de Biguaçu (CAM), às 19h15.



Colegiado de Mestres

            Segue registro fotográfico da reunião do Colegiado de Mestres ocorrida em Biguaçu, no dia 16 de janeiro. A pauta, elaboração do Estatuto do Colegiado, foi cumprida parcialmente e a próxima reunião será na cidade de Itajaí.



Vão os Mestres, ficam seus legados

            Cavaco de Ouro, esse era um adjetivos para se falar de Anderson Ricardo dos Santos, o Andy do Cavaco. Dificilmente alguém consegue ter uma caracterização unânime, mas não encontro ninguém que não tenha um sinônimo de energia positiva para o meu - e de centenas de outros alunos – professor. Quanta tristeza...
            Iku, o Orixá da Morte, às vezes nos deixa sem entender o porquê de sua vinda antecipada, em nosso julgamento. Mas, quem somos nós para julgar os desígnios divinos? Certamente, meu Mestre cumpriu o que havia sido determinado a ele; deixou muitos seguidores e cabe a todos continuar o seu legado e aprender a conviver com a saudade eterna.
            Luz e palmas para Andy do Cavaco.

Clique na imagem para assistir a um dueto com Andy do Cavaco.
Mais uma matéria sobre o Turismo de Experiência

Clique na imagem para ler a matéria


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Atualização 2016 01 11

Retorno às atividades        

    Amanhã, dia 12 de janeiro de 2016, retornam os treinamentos de adultos e graduados. Será a partir de 19h15, no Centro de Artes Marciais (CAM) de Biguaçu.

Reunião do Colegiado de Mestres        

    No próximo sábado (16/01), Biguaçu sediará mais um dos encontros do Colegiado de Mestres de Santa Catarina. A pauta será o Estatuto do Colegiado, o qual regerá as ações futuras de salvaguarda da Capoeira catarinense com intermediação do IPHAN. O encontro será no auditório da Secretaria Municipal de Educação, às 14h30, e estarão presentes Mestres de diversas regiões do Estado.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Início do Simpósio Catarinense de Capoeira

Hoje será a abertura do Simpósio Catarinense de Capoeira.
Informamos aos participantes que o credenciamento estará disponível a partir de 18h30.
Segue programação do 1º dia.
Bom evento a todos.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Professor Juba

José Elias Berben Junior (Juba), Formatura de Professor, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


Últimas inscrições

A organização do Simpósio Catarinense de Capoeira informa que as inscrições serão encerradas amanhã (26/11), às 12h.
Não perca essa oportunidade.
 

Faça sua inscrição
 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Professor Tarzan

Carlos Alberto Moraes Filho (Tarzan): Formatura de Professor, no Simpósio Catarinense de Capoeira.



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Contramestre Cabrito

Luís Roberto Pereira (Cabrito), Formatura de Contramestre, no Simpósio Catarinense de Capoeira.

 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Capoeira Especial

A Capoeira ganhou o mundo e hoje os mais diferentes perfis são beneficiados com sua prática. É o caso da intervenção com aulas de Capoeira para pessoas com deficiência. Os benefícios são inúmeros: aumento da concentração, melhora do ritmo e das qualidades físicas, socialização, diminuição de uso de medicamentos etc.
No Simpósio Catarinense de Capoeira, a Capoeira Especial estará presente em dois momentos:
·      -   Graduação, que acontecerá no auditório da Fundação Catarinense de Educação Especial - FCEE, às 10h e às 14h do dia 27/11;
·    -  Palestra do Mestre Tuti: Capoeira para Pessoas com Deficiência, às 11h do dia 28/11, no Auditório da Secretaria de Educação de Biguaçu.
Amanhã (20/11), será realizado o 4º Encontro Catarinense de Capoeira Especial, na cidade de Nova Veneza.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Historiador Carlos Eugênio Líbano Soares

Prof. Dr. Carlos Eugênio Líbano Soares (UFBA): Capoeira e o Legado Africano - Santa Catarina, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


terça-feira, 17 de novembro de 2015

Mestre Gringo

Otacílio Amilton dos Anjos (Mestre Gringo): A História da Capoeira em Santa Catarina, no Simpósio Catarinense de Capoeira. 


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Mestre Kb Lera

Marcelo Stotz (Mestre KB Lera), A Importância dos Grandes Grupos para o Reconhecimento da Capoeira como Patrimônio Cultural da Humanidade, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Mestre Xaréu

Prof. Dr. Hélio José Bastos Carneiro de Campos (Mestre Xaréu): Capoeira Regional, a Escola de Mestre Bimba: um Enfoque Pedagógico, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Mestre Cafuné

Sérgio Fachinetti Dória (Mestre Cafuné): Vivência Eternos Discípulos de Bimba, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Mestre Kadu

Marcos Duarte de Oliveira (Mestre Kadu): A Musicalidade da Capoeira, no Simpósio Catarinense de Capoeira.



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Mestre Boa Gente

Vivaldo Rodrigues Conceição: Vivência Teórica e Prática com Mestre Boa Gente, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Mestre Piloto

Raimundo Oton Figueiredo - Mestre Piloto: Vivência Eternos Discípulos de Bimba, no Simpósio Catarinense de Capoeira.


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Mestre Tuti convida para o Simpósio Catarinense de Capoeira:


O Mestre é uma simbologia que retrata um orientador de alto nível.
Ser Mestre é assumir um compromisso com a arte que ama;
Precisa ter respeito com a hierarquia, com a filosofia;
Deve ter passado por décadas de rodas, pesquisas, treinos e descobertas;
É necessário possuir experiência de vida, ter conhecimento de tudo o que envolve a Capoeira: jogo, história, musicalidade, luta etc.;
É saber se expressar com educação, formar cidadãos, ensinar a humildade e o respeito;
Carece de ser uma pessoa com consagração da sociedade como um todo, e não somente do meio da Capoeira;
É a pessoa que dá as coordenadas para uma vida social equilibrada;
É o que tem uma influência muito grande na formação pessoal e profissional dos discípulos;
É o que participa ativamente da Capoeira e de suas problemáticas;
É uma pessoa que tem uma proposta de trabalho, que tem didática de ensino, que conhece a psique humana;
É um crítico das relações sociais, e, principalmente, procura estudar para ter fundamento em tudo que faz.
O verdadeiro Mestre é um eterno Aprendiz!


Não perca a oportunidade de conhecer grandes Mestres da Capoeira.
Inscrições a partir da próxima sexta-feira (06/11).


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Atualização 2015 10 21



Dentro de um mês (20/11), a cidade de Nova Veneza sediará o 4º Encontro Catarinense de Capoeira Especial. Os seguintes municípios estão sendo convidados: Biguaçu, Brusque, Florianópolis, Forquilhinha, Governador Celso Ramos, Guabiruba, Ibirama, Nova Veneza e Rio do Sul.
Caso você conheça alguém que tenha alunos de Capoeira com deficiência (qualquer) em outros municípios, favor entrar em contato para que façamos um encontro ainda mais abrangente.


Arte da arte

Magnífico o trabalho de recriação da pintura de Rugendas feito por este grupo de artistas.
Parabéns!


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Gildo Alfinete: o porta-voz da felicidade

Fisicamente, eu o conheci em 2001. Antes disso, nos livros e revistas de Capoeira. É clássica a foto da equipe de Mestre Pastinha – a qual Gildo Alfinete fazia parte -  rumo a Dakar, ao Festival Internacional de Artes Negras. Todo capoeira conhece essa foto. Gildo contava com muito orgulho sobre a amizade que fez com Paulinho da Viola, artista que também foi nessa viagem à África representando o Samba.
O Samba... Gildo gostava muito. O fato de eu tocar cavaco e banjo concretizou nossa amizade. Por várias vezes, tocamos até o sol raiar: na inauguração do Forte da Capoeira; em um de meus aniversários; na companhia dos Mestres Nenel e Boinha no Nordeste de Amaralina... quanta lembrança boa!
Mestre Gildo abriu as portas da Bahia para mim e para muitos outros. Era um anfitrião inigualável. Por intermédio dele, conheci tanta gente e estabeleci tantas amizades... Ele esteve presente em minha formatura de professor (2002) e no meu reconhecimento de Mestre (2008), mas o que mais marcou a sua presença por aqui foi a sua vinda em 2004, juntamente com os Mestres João Pequeno, Vuê, Neco e Ciro. Visitamos dezessete escolas, e em todas elas o Mestre era um sorriso só, fazia mágicas, cantava, contava piadas.. era uma eterna criança, no sentido de ser um porta-voz da felicidade.
O 12 de Outubro já era uma data nobre, e é agora ainda mais por ser a data de passagem do grande amigo e conselheiro do Projeto Capoeira na Escola, Mestre Gildo Alfinete.
Quem quiser sentir a energia do Mestre, vá à Piedade, Bahia. Ela sempre estará por lá com muita força.
Axé.





Mestre Ciro discursa. Sentados: Mestres João Pequeno, Gildo Alfinete e Tuti. (ABCA)

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Atualização 2015 09 28

Simpósio Catarinense de Capoeira

De 26 a 29 de novembro, o Projeto Capoeira na Escola realizará o Simpósio Catarinense de Capoeira: Patrimônio Cultural da Humanidade. O evento é uma das ações apoiadas pelo edital Elisabete Anderle de estímulo à Cultura.
Mestres da velha-guarda; historiadores renomados; formaturas de Contramestre e de Professores; Capoeira para pessoas com deficiência, tudo isso e muito mais farão a composição desse evento histórico para a capoeiragem de Santa Catarina.
Mais informações em breve.




Roda de Capoeira Regional

No próximo sábado, haverá roda do Projeto Capoeira na Escola na Praça de Biguaçu. Será às 15h.
Em caso de chuva, a roda acontecerá no Centro de Artes Marciais (CAM).